segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
4º passeio Ciclístico pela Rota Márcia Prado.
Prepare a sua bike e tome fôlego, porque no dia nove de
dezembro, próximo domingo, será realizado o terceiro Passeio Cicloturístico
pela Rota Márcia Prado. O trajeto de 80 quilômetros liga a cidade de São Paulo
a Santos, passando por belas paisagens durante a descida da serra.
O passeio reúne ciclistas disposta a percorrerem a rota da
última viagem feita pela ciclista Márcia Prado, que morreu atropelada por um
ônibus, enquanto pedalava na Avenida Paulista. A página do evento no Facebook
já conta com mais de 3.500 ciclistas confirmados e outros 1.500 que talvez
farão a viagem.
A viagem tem início da região sul da capital e passa por São
Bernardo do Campo, pelo Parque da Serra do Mar, Cubatão e enfim chega a Santos.
Durante todo o trajeto os ciclistas contarão com uma estrutura criada pelo
Instituto CicloBR, que conta com postos de abastecimento de água, apoio da
Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e também com o apoio dos Bike
Anjos, que auxiliarão os ciclistas novatos.
O ideal é que, principalmente os iniciantes, viagem junto
com a massa. Para tanto, poderão se encontrar no domingo (9), às 7h na ciclovia
da Marginal Pinheiros (estação Vila Olímpia), ou às 8h na estação Grajaú. Aos
que optarem por iniciar o percurso na ciclovia são acrescentados mais 20
quilômetros no trajeto total.
O passeio é caracterizado com nível médio de dificuldade.
Uma forma de saber se o ciclista está apto a essa viagem, é verificar seu
desempenho ao pedalar pela cidade. O Instituto CicloBR indica a rota às pessoas
que conseguem pedalar 40 quilômetros em um intervalo de três horas, além de não
terem problemas físicos.
No entanto, para fazer a viagem não basta ter resistência, é
necessário estar com os equipamentos e, principalmente, a bike em dia com a
revisão. Os freios são essenciais durante o percurso, por isso devem ser
testados antes do passeio. Também é importante lembrar-se que alimentação e
hidratação são imprescindíveis para aguentar bem toda a viagem.
Para outras informações acesse o site do CicloBr.
domingo, 4 de novembro de 2012
AT&T entra no mercado de Bicicletas Públicas gratuitas através de sistemas Smart Phone
Muitas cidades brasileiras
estão implantando seus sistemas de Bicicletas Públicas no qual é
necessário pagar para ulitização do serviço. Uma Start Up norte americana
desenvolveu um sistema de bicicletas públicas gratuitas conhecida por Social
Bike ou "SOBI", apoiada agora por um parceiro de peso. A Start Up eliminou os
"pontos de ancoragem" comuns em sistemas de bicicletas, reduzindo em
4 ou 5 vezes o custo de implantação e operação do projeto. O
sistema consiste numa trava automática que é acessada via telefone celular e
pode ser travada em qualquer paraciclo existente na cidade, o usuário encontra
uma bicicleta através do sistema GPS via smart phone, o projeto é
controlado por zonas e o monitoramento é
feito por GPS, caso a bicicleta saia de uma determinada raio, um sinal é enviado para o usuário. O
aluguel da bicicleta é gratuito para o usuário pois o custo de manutenção e
operação é pago através da Publicidade.
Inteligência da Informação a serviço da Mobilidade Urbana mais sustentável.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Produza sua própria energia pedalando!
O tempo de carregamento, obviamente, varia de acordo com o
telefone e a velocidade do ciclista, mas a Nokia diz que pedalando por 20
minutos a 20 km/h gera a força necessária para Nokia 1202 funcionar cerca de
uma hora de (tempo de conversação), ou 74 horas de tempo de espera. O
carregamento começa quando o ciclista atinge velocidade de caminhada, ou seja,
cerca de 6 km / h, e em 12 km / h irá carregar o seu telefone móvel de forma
tão eficiente como um carregador convencional.
O kit é composto de três componentes: um gerador dínamo,
carregador, e um suporte de telefone. O dínamo gerador se encaixa para frente
da bicicleta com um suporte de montagem, enquanto o carregador e suporte do
telefone são anexados ao guidão para que você possa ver o progresso de
carregamento e realizar uma conversa mãos livres ou ouvir música sem fone,
usando alto-falantes do telefone.
O suporte do telefone é emborrachado para proteger o seu
telefone de vibrações e vem com uma capa transparente para proteger o seu telefone
de sujeira e do tempo. O carregador também possui um revestimento emborrachado sobre
o cabo eletrônico. Tanto o carregador e o suporte podem ser facilmente
removidos sempre que você estacionar sua bicicleta para evitar o roubo da
unidade.
Kit da Nokia Carregador de bicicleta é compatível com
qualquer celular Nokia com uma interface de carregamento de 2 mm e é fácil de
instalar.
A ideia de usar o poder do pedal para carregar dispositivos
móveis não é nova. Há outros carregadores como o PedalPower + vimos no ano
passado que cobram não apenas celulares, mas também as unidades de GPS e MP3
players.
Mas com a Nokia ainda mantém o primeiro lugar em termos de vendas de
celulares e não há dúvida de ser um ótimo produto inserido no mercado sendo uma
boa opção de carregamento para aparelhos Nokia.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Gincana “Missão Fotográfica” reúne ciclistas em São Paulo
Neste sábado (27), a cidade de São Paulo será o palco para uma
gincana inusitada. Ciclistas, divididos em duplas, circularão pelo centro da
capital em uma Missão Fotográfica. A ação tem como objetivo proporcionar
diversão aos participantes e mostrar todo o poder da bike.
A gincana é uma das propostas do Atravecity, um movimento
iniciado em 2004, em que ciclistas urbanos se reuniam para disputar corridas
informais pelas ruas da cidade. O modelo de disputa foi o mesmo durante três
anos. Depois disso, o grupo ganhou mais adeptos e a programação ficou mais
informal, para permitir que mais pessoas tivessem o prazer de sentir a
metrópole de um jeito diferente.
Na edição deste ano, as duplas inscritas pedalarão pelo
centro histórico de São Paulo e por bairros adjacentes, cumprindo algumas
tarefas pré-determinadas. Por ser uma missão fotográfica, todas as etapas
conquistadas deverão ser registradas em imagens e a dupla mais rápida receberá
uma premiação em dinheiro.
Tom Cox, organizador do evento, explica que não existe
restrição e qualquer pessoa pode participar da gincana. O único fato a que os
candidatos devem atentar é para a necessidade de os participantes menores de
idade portarem a autorização de um responsável.
De acordo com a página do evento, criada pelo Atravecity no
Facebook, momentos antes de ser dada a largada, todas as duplas participantes
receberão uma lista com os locais e objetos a serem fotografados durante o
percurso, que somará, em média, 30 quilômetros. O trajeto escolhido para chegar
a esses pontos fica por conta dos competidores.
Para se inscrever é necessário acessar o blog do Atravecity
e pagar uma taxa de R$25 por pessoa. Além do prêmio em dinheiro, dado aos
primeiros colocados, haverá sorteio de uma bicicleta e outros brindes a todos
os participantes.
Data: 27/10/2012
Horário da largada: 15h
Local: Praça Gastão Cruls
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
The Hornster, a bike com uma super buzina !!!
Não é nenhum segredo que os ciclistas estão em desvantagem
quando compartilham as estradas com veículos automotores - não só bicicletas
oferecem menos na forma de proteção e velocidade que os carros, mas os
motoristas muitas vezes nem percebem que eles estão ali. A Hornster, é uma
bicicleta que foi projetada para trazer atenção para esse fato.
A bike foi projetada por Yannick Read, que trabalha para o
Meio Ambiente do Reino Unido Transport Association (ETA). A empresa oferece
seguro para os ciclistas, e queria algo que pudesse divulgar o quão importante
é para os motoristas (especialmente motoristas de caminhões grandes) reconhecer
a presença dos ciclistas.
... e é uma aposta justa que a Hornster é capaz de obter-se
reconhecida. Possui uma Airchime KH3A triplo buzina de ar, que foi tomada a
partir de uma locomotiva americana.
Utilizando o volume máximo, ela emite um impressionante alcance de 178
decibéis - de acordo com o ETA, isso é muito mais alto do que a buzina de um
caminhão de transporte, a decolagem de um F- 14 ou o pouso de um Concorde.
Se você gostou, pode
comprá-la pelo valor que foi posto à venda, ao preço de £ 4.995 (EUA $ 8.074).
O caso será dizer aos compradores, se também terão dinheiro para o orçamento de
todas as ações movidas contra eles por motoristas e pedestres ensurdecidos.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Bicymple, a bicicleta simplificada.
Esta é a pergunta que deu origem ao Bicymple. Ao remover a
corrente, o número de peças móveis e de complexidade global é reduzida
significativamente. A transmissão direta, freewheeling hub acompanha o eixo da
manivela do braço com o eixo da roda traseira, encurtando a distância entre
eixos e minimizando o projeto.
Mais
do que apenas uma bike conceito elegante, a Bicymple é confortável, fácil de
pilotar, e brilhantemente simples de manter. O design leve e curta distância
entre eixos para fazer um passeio ágil.
O designer norte-americano Josh Bechtel desenvolveu um
conceito de bicicleta baseado nos princípios de simplicidade, funcionalidade,
emoção e estilo. O modelo é menor que os tradicionais, utiliza menos peças e
oferece praticidade no transporte.
Apelidada de Bicymple, o criador a caracteriza como uma
bicicleta simplificada. À primeira vista ela parece uma bicicleta comum, apenas
com o quadro menor. No entanto, ela possui alguns itens muito diferentes dos
modelos tradicionais, um dos exemplos disso é a falta de corrente. Os pedais
são fixados diretamente no eixo traseiro.
Essa modificação permitiu que o designer aproximasse mais as
duas rodas, com o banco instalado praticamente sobre a roda traseira. Essas
alterações não impedem que a bike seja confortável para pedalar e rápida. Além
da redução no tamanho, esta simplificação reduz a quantidade de peças usadas e
a necessidade de manutenção.
A Bicymple possui a opção de não ter o eixo traseiro fixo,
dando maior flexibilidade ao ciclista nas curvas e também tornando a bicicleta
mais simples de ser transportada por pequenos espaços.
Conforme informado no site da marca, devido à grande procura
a equipe por trás da criação está explorando alternativas para produzirem a
bicicleta em grande escala comercial.
domingo, 30 de setembro de 2012
São Paulo ganha mais quatro estações de empréstimos de bikes.
O sistema de empréstimo de bicicletas foi ampliado em São
Paulo. Três das novas estações estão localizadas no bairro do Itaim Bibi e a
quarta foi inaugurada na Vila Olímpia.
As estações foram inauguradas em comemoração ao Dia Mundial
Sem Carro, ocorrido no penúltimo sábado (22). Agora serão 30 pontos de retirada e
devolução, os demais postos funcionam nos bairros da Vila Mariana, Vila Nova
Conceição, Jardins e Paraíso. Totalizando, 300 bicicletas disponíveis para os
paulistanos, sendo que o ciclista é cobrado somente após meia hora de uso.
Após esse tempo, o usuário deve pagar cinco reais a cada 30
minutos. Uma das vantagens desse sistema é que a bike pode ser devolvida em
qualquer estação, ou seja, se o usuário tiver uma estação perto de casa e outra
perto do trabalho, ele pode realizar o trajeto com ela e se gastar até meia
hora no percurso poderá fazê-lo sem custo algum.
Não há limite de empréstimo diário, basta que o usuário dê
um intervalo de ao menos 15 minutos. De todas as estações, a Brigadeiro é a campeã
de retiradas. Enquanto que a do parque Ibirapuera lidera a lista das que são
entregues mais rapidamente.
Os usuários se cadastram previamente pela internet e têm o
serviço disponível diariamente, entre 6h e 22h. O Bike Sampa é uma parceria da
prefeitura com três empresas: Samba, Sertell e Itaú-Unibanco. Por conta disso,
pode se ver a marca do banco Itaú estampada nas bicicletas.
O programa de empréstimo Bike Sampa está em sua segunda
etapa, que tem a previsão de somar cem estações e mil bikes disponíveis até o
fim do ano. De acordo com o planejamento, serão três mil bicicletas em 300
estações em diversas regiões da capital paulista. Com informações da Folha.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
A vida é curta, viva os seus sonhos e compartilhe suas paixões.
Esta é a sua vida. Faça o que você ama, e faça sempre.
Se você não gosta de algo, mude. Se você não gosta do seu
emprego, se demita!
Se você não tem tempo suficiente, pare de assistir
televisão.
Se você está procurando o amor da sua vida, pare. Eles estarão
esperando por você quando você começar a fazer as coisas que você ama.
Para de analisar demais, a vida é simples. Abra sua mente,
braços e coração para novas coisas e pessoas. Nós somos unidos em nossas
diferenças.
Algumas oportunidades só aparecem uma vez, agarre-as! Viaje
frequentemente. Se perder vai te ajudar a se encontrar.
Todas as emoções são bonitas. Quando você comer, aprecie
cada mordida.
Pergunte qual é a paixão da próxima pessoa que você ver.
Divida seu sonho inspirador com eles.
A vida é sobre pessoas que você conhece, e as coisas que
você cria com elas. Então, vá para fora e comece a criar.
A vida é curta, viva os seus sonhos e compartilhe suas
paixões.
domingo, 16 de setembro de 2012
GBike - Mobilidade para os funcionários GOOGLE !!
Ela não tem 3G, não capta rede WiFi, nem chega perto de
exibir alguma modernice ou dar suporte à gadgets. Ainda assim, pode chamá-la de
bicicleta do Google.
Conhecida dentro da empresa como Gbike, ela é usada pelos
funcionários para deslocamentos entre os prédios na sede de Mountain View, na
Califórnia.
Apesar da simplicidade, a GBike foi a vencedora em um
concurso com quase três dezenas de modelos concorrentes, numa votação que
envolveu os empregados da corporação. A ideia era substituir a frota antiga,
com dois anos de idade. E a solução veio ao estilo Google: uma equipe interna
de engenheiros ganhou a tarefa de desenvolver novos projetos.
A competição ganhou apenas quatro critérios: produção fácil,
acessibilidade, conforto e segurança. A eleita pelos googlers tem inspiração
retrô, com direito a cesta de metal, paralamas e sinos. O toque final fica por
conta das cores azul, amarela, vermelha e verde, presentes no clássico logo da
gigante das buscas.
VÍDEO!
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Vèlib - Locação de bicicletas.
Você já ficou parado por horas num congestionamento? Já percebeu como as ruas parecem ter ficado menores e as distâncias maiores? Pois essas observações são frequentes nas cidades, não mais apenas as grandes, mas as pequenas já sofrem desses males também. Nos últimos anos vimos crescer de forma intensa o número de carros que circulam nas cidades e as ruas e rodovias não acompanharam esse processo. As pessoas parecem correr cada vez mais contra o tempo para chegar aos seus compromissos nas horas certas mas a cada dia fica-se mais tempo no trânsito.
Uma das ideias de se pensar coletivamente em busca de um
desenvolvimento sustentável está na procura por soluções que possibilitem
minimizar a emissão de gases tóxicos e também mobilidade urbana, sempre numa
medida de relação justa. Pensando nisso, será que estamos fazendo algo nesse
sentido para a proposta de uma sociedade sustentável? Desde a segunda metade do
século XX, a aquisição de automóveis é visto como um símbolo de status e, em
muitos lugares do mundo têm se mostrado como uma das poucas opções de
transporte, visto que o transporte público não é eficiente. Assim, vemos um
crescimento enorme da frota de automóveis tanto nas pequenas quanto nas grandes
cidades, enfatizado ainda com a redução de impostos pelo governo.
A questão da mobilidade se transformou num assunto de grande
importância com a intenção de repensar as formas como nos deslocamos hoje. Jan
Gehl, arquiteto dinamarquês responsável por mudar a cara de Copenhague, explica
que as nossas cidades foram projetadas para dar espaço aos carros e a formação
de congestionamentos é, sem dúvida, uma dos maiores problemas das grandes
cidades do mundo. A solução, segundo ele, é a oferta de mais opções de
locomoção. Só ciclovias ou só transporte público não resolvem, mas uma
combinação dos dois com boas calçadas e vias exclusivas de pedestres começam a
deixar a cidade mais interessante e a dependência que se desenvolveu do carro
começa a diminuir. Mas, ainda assim, muita gente vai continuar se locomovendo
de carro, por comodidade. Para Gehl, “quanto mais ruas, mais carros, quanto
menos ruas, menos carros. Se você oferecer infraestrutura, a sociedade vai
utilizá-la. Então, tirar espaço dos carros, ou proibir que estacionem nas ruas,
são algumas das formas de garantir que eles sejam menos usados, em especial em
curtos trajetos. E aí, as pessoas que realmente precisem de um veículo para se
locomover, seja porque a distância é longa demais, seja porque é uma
emergência, terão espaço para dirigir”.
Ao encontro dessa questão, as diretrizes da Política
Nacional de Mobilidade Urbana aprovada este ano no Brasil aponta que os carros
deixaram de ser prioridade nas discussões e no planejamento de mobilidade das
cidades e ganharam destaque os meios de transporte não motorizados e os
serviços de transporte urbano. Em grandes cidades do mundo, além de uma oferta
de mais tipos de serviços de transporte urbano há também restrições a
circulação de carros em determinadas regiões da cidade ou em determinados
horários. Londres, por exemplo, só permite a circulação de carros no centro da
cidade se pagar pedágio. O mesmo está acontecendo com Barcelona. Paris criou
ciclovias por toda a cidade que deu certo e espandiu-se para o serviço de
carros.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
DB0 - Dafra Lança bicicleta elétrica.
A empresa Dafra apresentou na última terça-feira (21) uma
linha com três modelos de bikes elétricas. A procura por este tipo de veículo
aumentou e, para o vice-presidente da Dafra, Francisco Stefanelli, este
crescimento deve-se ao público dos grandes centros urbanos que hoje busca novas
formas de mobilidade.
O preço da DB0 será mais acessível e o modelo terá maior
autonomia. A fabricante afirma que será possível percorrer até 42 quilômetros
com apenas uma carga na bateria. A outra bike, chamada de DBL, será mais leve,
por isso é indicada para quem quer se deslocar na cidade com mais facilidade.
A DBL tem quadro em alumínio e roda até 35 quilômetros com
uma carga. As duas bicicletas têm o sistema que seleciona o nível de facilidade
da pedalada, sendo possível utilizar apenas o motor elétrico em alguns casos.
Outra vantagem destes dois modelos é o baixo consumo de energia, que é similar
a um abajur, de acordo com a marca.
O modelo possui três marchas e um sensor no pedal que
mensura a assistência necessária do motor elétrico para o ciclista. Desta
forma, a bateria é utilizada de forma mais inteligente. Com bateria de lítio, o
consumo de energia deste modelo também é baixo.
“Estamos criando uma nova unidade de negócios direcionada ao
segmento de bicicletas elétricas, pois acreditamos na expansão desse setor no
país. Estudos mostram que, nos próximos anos, a venda de veículos elétricos
motorizados de duas rodas vai superar a de veículos elétricos de quatro rodas.
E as e-bikes devem dominar esse segmento, com 56%, superando as motos, com 43%,
e os scooters, com 1%.”, afirmou Stefanelli ao Carros iG.
Os modelos DBX e a DBL têm previsão de chegarem às
concessionárias na próxima semana. Elas custarão R$ 1.990 e R$ 2.490,
respectivamente. O modelo DB0 será comercializado, a partir de setembro, apenas
nas lojas Polishop.
VÍDEO
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
A reforma de bicicletas antigas......
........... seja
qual for a forma de aquisição, é necessário definir qual será o processo
renovador utilizado. Temos três possibilidades:
REFORMA: Processo pelo qual a bicicleta voltará a rodar.
Para tanto, toda e qualquer adaptação ou utilização de peças modernas é válida
e aceita. A repintura pode ser feita com qualquer tipo de tinta em qualquer cor
sem restrições;
RECUPERAÇÃO: Aqui começa o compromisso com a originalidade. A substituição de peças por tecnologias diferentes, não é aceita. Se for necessária a substituição de um componente, o novo deve ser de preferência idêntico em tecnologia, forma e acabamento em relação ao original. A repintura deve sempre que possível conservar a cor original.
RESTAURAÇÃO: É um processo difícil e demorado, pois só são
aceitos componentes de época. Um simples cubo fabricado posteriormente, mesmo
que idêntico em tecnologia, forma e acabamento, descaracteriza a restauração. A
repintura deve obrigatoriamente utilizar a mesma cor original e o mesmo tipo de
tinta que se usava no modelo original.
Definido o processo, deveremos localizar a bicicleta em
marca, modelo, espaço e tempo. Muitas vezes, a marca está visível. Quando o
fabricante ainda existe, tudo fica mais fácil, pois podemos eventualmente
contar com a ajuda do respectivo serviço de atendimento ao consumidor no
processo de identificação e datação.
Selim inglês da marca Brooks
As dificuldades começam porém, quando não existem marcas ou
ainda a marca identificada pertence a um fabricante que deixou de existir.
A identificação e datação, devem ser feitas sempre antes da
desmontagem da bicicleta. A primeira providência, é fotografar a bicicleta. Se
você só puder fazer uma única foto, prefira uma lateral direita, que é o lado
da corrente e da coroa.
Idealmente, faça três fotografias: uma lateral direita, uma lateral esquerda e uma em perspectiva panorâmica.
Idealmente, faça três fotografias: uma lateral direita, uma lateral esquerda e uma em perspectiva panorâmica.
Seja observador e não despreze nenhum detalhe, se algum
detalhe chamar a atenção, fotografe-o tão perto quanto sua máquina permitir.
Selins são importantes elementos de reconhecimento. As
coroas também, visto que era prática comum no passado os fabricantes terem
modelos exclusivos de desenho de coroas.
Suporte de farol
Outro componente importante que pode auxiliar na
identificação, é o suporte de farol, uma chapa em “L” que muitos fabricantes
moldavam com padrões específicos.
Quadros antigos na quase totalidade, eram “cachimbados”,
isto é, utilizavam uma técnica construtiva onde a junção entre os tubos era
soldada a conexões trabalhadas (os cachimbos, ou “lugs”, em inglês).
Os cachimbos muitas vezes tinham desenhos extremamente
artísticos e rebuscados. Se for o caso de sua bicicleta, tente fotografar
também os cachimbos com o maior detalhamento possível.
Procure anotar toda e qualquer inscrição que possa encontrar
em qualquer parte da bicicleta. As mais comuns são:
- Número de Série: A maioria dos fabricantes grava o número
do quadro na parte inferior da caixa de centro (a parte do quadro onde é
montado o eixo central dos pedais).
A numeração é feita com punções de letras e números que ao
serem martelados contra a superfície metálica, marcam-na em baixo relevo.
Se sua bicicleta tiver um número desse tipo, cole sobre ele
uma etiqueta auto adesiva branca e esfregue grafite de lápis na etiqueta. Dessa
forma, o número será decalcado na etiqueta. Remova a etiqueta cuidadosamente,
cole-a num papel e guarde numa pasta. Daqui pra frente, toda a documentação que
puder ser obtida, bem como as fotografias, serão guardadas nessa pasta;
- Marcas em peças: Observe atentamente os cubos, pedais,
pedivelas, coroas, alavancas de freios, guidão, âncoras de freios, aros etc.
Se possuírem marcas ou inscrições em baixo relevo,
decalque-as com a mesma técnica que foi adotada com o número de série. Algumas
inscirções, só poderão ser decalcadas após a desmontagem. Deixe o decalque
delas para depois, mas não se esqueça de executá-lo;
BRASÕES: Muitos fabricantes no passado, além do letreiro com
o marca pintado ou adesivado, utilizavam ainda um brasão rebitado na parte
frontal da caixa de direção. Alguns brasões eram pintados sobre a chapa, outros
eram em relevo. Se forem do segundo tipo, também podem e devem ser decalcados.
Com toda a documentação em mãos, podemos iniciar o processo
de identificação/datação. O primeiro passo, é procurar dados do fabricante na
Internet através de um site de busca. Para fazer tal busca, utilize sempre uma
palavra além do nome da bicicleta.
Exemplificando: A bicicleta é uma Goodyear, pesquise no
Google as palavras goodyear bicicleta, para tentarmos achar algum material em
português ou espanhol. A seguir, tente goodyear bicycle para obter resultados
em inglês. A palavra “vintage” também é útil num site de busca, pois é o termo
que os norte-americanos usam para denominar antigüidades.
Na primeira etapa, não despreze um site por mais irrelevante
que pareça ser a informação obtida. Registre todos os sites visitados nos
“Favoritos” do seu browser. Ao final deste texto, você tem uma relação dos
sites mais importantes que tratam de bicicletas antigas. Se possível, imprima
todas as informações que conseguir obter sobre a marca/modelo e coloque na pasta.
Encontrando ou não informações na Internet, uma das fontes
mais importantes de informações sobre bicicletas antigas, ainda é a memória
popular. Não tenha receio de perguntar para pessoas mais velhas. Não confie na
sua memória. Tudo que ouvir, anote e coloque na pasta. Na primeira etapa, todas
as informações são importantes. Visite bicicletarias antigas e tradicionais.
Torne-se amigo dos proprietários e diga a eles qual é a marca da bicicleta que
você está restaurando. Mostre as fotos, pois muitas vezes a foto vai trazer
memórias à tona e você só tem a lucrar com as informações obtidas. Deixe seu
nome e telefone nessas bicicletarias, pois muitas vezes, após algum tempo você
é surpreendido com um telefonema de algum bicicleteiro que ao fazer uma faxina
na bicicletaria encontrou peças que você pode precisar.
DICAS PARA COMPRA
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Ridekick , um reboque elétrico projetado para empurrar bicicletas até 30,5 quilômetros por hora.
Esse
é o Ridekick , um reboque elétrico projetado para empurrar bicicletas até 30,5
quilômetros por hora.
O reboque tem o potencial para estender a praticidade do
uso da bicicletas como meio de transporte principal, como o Ridekick fornece
espaço para transporte de mercadorias. Será que os dias de sacolas de supermercado
balançando em nossos guidões acabaram?
Bicicletas elétricas podem ser muito caras, no entanto, além
de seus motores e baterias as tornam pesadas e desajeitadas quando sua
característica elétrica auxiliar não estiver sendo usada. É aí que o Ridekick
... cai bem, ele disponibiliza um
suporte tipo gancho que pode ser acoplado no eixo traseiro de qualquer
bicicleta, empurrando-a a uma velocidade de até 30,5 km / h, por cerca de 19 km
por carga. Quando você quiser voltar a pedalar, é só desconectá-lo e ir embora.
Esta distancia pode parecer pouca, mas uma vez que este é o
primeiro reboque elétrico disponível comercialmente, o potencial para
desenvolver o projeto existe, sem dúvida.
A velocidade pode ser controlada por um microprocessador que
possui vários níveis de velocidade que pode ser calibrado ao gosto do ciclista.
Sua bateria de chumbo ácido de 24volts e
leva de 4 a 6 horas para ser carregada.
Como se não bastasse, o reboque ainda tem espaço para carga
extra, de modo que serve mais do que apenas um reboque para o motor e a
bateria. Sua capacidade máxima é de 42 litros de carga, e sua tampa pode ser
trancada por um sistema de combinação numérica. O reboque pesa cerca de 20 kg
sem carga.
O Ridekick pode ser comprado nos EUA por U$699,00 dólares, e
pode ser visto em ação no vídeo abaixo.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
SpyBike GPS Head Set - Proteja sua bike!
O registro Nacional de bicicletas diz que milhares de
bicicletas são roubadas todos os dias nos Estados Unidos, estimando um custo de
cerca de EUA $ 200 milhões por ano. Uma bicicleta roubada pode levar centenas
ou milhares de dólares do seu bolso, deixá-lo sem um meio de transporte e se
transformar em uma experiência frustrante deixando-o irritado. O “SpyBike
Covert Bike GPS Tracker” protege você contra roubo e ainda rastreia sua
bicicleta.
Eles estão por toda parte, e não há como negar que os
ladrões de bicicleta são espertos, pessoas determinadas. Mesmo que você
acorrente a sua bike, os ladrões têm uma maneira de cortar, erguer, martelar,
etc...
Desde que você não seja um ladrão profissional, é difícil
proteger sua moto de todos as formas de roubo possíveis, e sua bike poderia ser
roubada, mesmo que você faça todo esforço para trancá-la de forma segura. As
chances de você conseguir a bicicleta de volta são pequenas, e você pode não
vê-la novamente, mesmo que a polícia a polícia a recupere.

O SpyBike GPS tracker lhe dá uma opção de defesa. Você
bloqueia sua bike, e, se um ladrão levá-la, você tem um meio de recuperá-la. O
dispositivo é montado dentro do Head Set, onde ele fica escondido. Você usa uma
chave especial para ativar o dispositivo, por isso não é facilmente removido.
Caso a bike seja roubada antes de ativar o sistema, é só
enviar uma mensagem SMS para o sistema e um sensor de movimento inicia o rastreamento,
que lhe envia uma mensagem SMS de alerta para o seu celular e começa a fazer
upload das coordenadas e enviando para um programa on-line que é acessado pelo
celular e em tempo real informa o local exato onde se encontra a magrela e possivelmente
o infeliz do ladrão!

O serviço de monitoramento é livre, mas os usuários têm para equipar o sistema com um chip para celular pré-pago onde será cobrado somente o uso da internet pela operadora para acessar o programa.

Você pode configurá-lo
para a operadora que oferece a melhor cobertura em sua área para garantir que
ele irá funcionar quando você precisar dele.

O
SpyBike funciona com
uma bateria de íons de lítio recarregável. O fabricante diz que a bateria pode
passar meses sem ser recarregada, quando a bateria estiver acabando o sistema
irá enviar uma mensagem SMS quando a bateria precisa ser recarregada.
Infelizmente o SpyBike tem algumas limitações. Porque depende de GPS, o dispositivo irá parar de funcionar eficazmente se a sua bike é levada dentro ou em qualquer lugar onde há uma visão clara do céu.
Ter um sistema de rastreamento escondido e manter-se
atualizado sobre a localização da bike certamente aumenta suas chances de
recuperá-la. O sistema Spybike é suficiente para que os ladrões não possam
pensar em verificar, bastante difícil de remover e não será capaz de apenas
retirá-lo ou quebrá-lo. O recurso de ativação remota é uma inclusão inteligente
que mantém o dispositivo ativo, mesmo se você não tem o chaveiro de ativação ou
se a sua bicicleta é roubada à força.
O SpyBike começa a ser comercializado nos E.U.A, no valor de
$ 153,58. O vídeo a seguir mostra como ele funciona em um cenário de roubo.
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