domingo, 24 de junho de 2018
domingo, 17 de junho de 2018
Viagem de bicicleta por Turquia e Irã, acompanhe essa história em 16 capítulos
Uma grande aventura pela Turquia e Irã realizada pelos cicloturistas Antonio Olinto & Rafaela Asprino.
"Ibn al-Sabil – OS FILHOS DA ESTRADA – uma surpreendente jornada de bicicleta por Turquia e Irã" Este documentário relata como foi a jornada de quatro meses, perfazendo mais de 5000km entre Turquia e Irã. “Estigmatizada como uma região de eterno conflito armado, viajar de bicicleta pelo Oriente Médio parecia um projeto ameaçador, entretanto, o carisma deste veículo nos levou a conhecer melhor um povo espetacularmente acolhedor, que nos ensinou sua cultura e costumes.”
Para saber mais sobre esta viagem, conferir o tracklog, mapas, textos e fotos, acesse:
domingo, 4 de março de 2018
sábado, 2 de maio de 2015
转山 1 Mile Above KORA - FILME
Uma Milha Acima 07 de junho de 2013
"Uma milha acima", o
diretor chinês Du Jiayi tenta nos convencer de que há nobreza em arriscar a sua
vida para percorrer mais de 1.100 milhas através de alguns dos terrenos mais
traiçoeiro do mundo. Quando você nunca sequer possuía uma bicicleta.
Tal como o seu herói, ele se esforça. Adaptando o romance de
Xie Wanglin "Zhuan Shan," Mr. Du mescla road movie e peregrinação
espiritual para seguir Shuhao (Bryan Chang), um jovem licenciado de Taiwan, em
seu caminho rochoso da região central da China a Lhasa, Tibet. Para honrar seu
amado irmão, um ciclista experiente, que morreu antes de completar a mesma
viagem, Shuhao vai enfrentar extrema altitudes, intoxicação alimentar, cães
selvagens e gelo mortal. Para não mencionar sua própria falta de jeito.
Felizmente para Shuhao (e para nós, como Mr. Chang é uma
vantagem singularmente inexpressivos), ele conhece Xiaochuan (Li Xiaochuan), um
piloto mais experiente mais velho cujo conhecimento da flutuação elevações e
curvas sinuosas prova inestimável. Como Xiaochuan empurra seu jovem companheiro
através da dor e exaustão, o Sr. Li fornece o carisma que o seu colega de
madeira não tem. Esta é, pelo menos em parte por culpa de um roteiro (por Chang
Chia-lu e Cheng Hsiao-che), que dá Shuhao muito pouco a dizer: se tornando olho
para uma viúva cativante ou a assistir a um trágico acidente ele faz menos
ruídos do que aqueles cães.
Um corte no início do filme, as notas publicitárias sugerem,
pode ter agravado a personagem, mas esta versão parece determinada a fazer
localização da estrela. Preenchendo os espaços em branco com as montanhas de
sorvete e vistas de indução de desmaio, o diretor de fotografia Du Jie
proporciona momentos de êxtase visual que quase nos fazem esquecer que eles
estão enquadrando uma cifra imprudente.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Caminho do Ouro - Estrada Real 2014. #DIA2 - Alto da Serra da Boa Esperança.
| "Me senti escalando o Everest, misturado com a parte final do filme Into the Wild" (Felipe Corrêa) 19/07/2014 |
| "Resolvi não me prender ao calendário nem ao relógio, e assim foi."Clérison Esteves 19/07/2014 |
viagem.
Um café matinal bem quente e uma boa proza sobre o dia de viagem anterior. Aproveitamos para desfrutar do inóspito visual.
Em nossas contas, atingiríamos a cidade de Campo belo/MG no primeiro dia, mas a Serra foi convidativa e nos rendemos à beleza do pico, este acampamento foi decidido na hora, e não estava nos planos, resolvi não me prender ao calendário nem ao relógio, e assim foi.
A meta era colocar tudo em cima da bicicleta. Acampamentos tomam um certo tempo das suas manhãs, e a bagagem precisa estar bem atrelada à bike para não ocorrer mais atrasos nem perda de nenhum equipamento, carregamos o essencial e o essencial não se pode deixar para trás nestas ocasiões.
Nos empenhamos e em cerca de 1h estava tudo pronto, a meta ainda era Campo Belo/MG onde ficaríamos na casa do Pai do amigo Felipe , Sr. Dilson (60km). Fizemos os cálculos e sendo assim, teríamos a manhã disponível para aproveitarmos na Serra, seguindo viagem depois do almoço.
Cogitávamos a possibilidade de sairmos da Serra da Boa Esperança sem ter de voltar por onde subimos, mas não conhecíamos bem o local e não podíamos comprometer em estradas sinuosas afim de evitar lesões e quebra de equipamentos assim no começo da viagem. Pois as bicicletas estavam bem pesadas e qualquer vacilo poderia ser o fim.
Descemos pelo mesmo caminho, voltando pelo desvio de água por onde passamos, que mais tarde viemos descobrir que se tratava de um Lavador de Café, que utiliza o fluxo natural da água vindo da serra.
E bem ali, no lavador de café é que decidimos fazer um almoço reforçado, pois a meta de 50km ainda nos aguardava depois do sol se aquetar !
Um belo de um macarrão foi o prato do dia, com direito a cafezinho de sobre-mesa. As instalações do refeitório ainda nos proporcionaram um belo banho na engenhoca de lavar café. Pretendíamos somente fazer nossa refeição por alí mas após descobrir a possibilidade não poderíamos deixar de apreciar o 1° BANHO DA VIAGEM, com classe !!
sábado, 18 de abril de 2015
Survival Bike - Apocalipse Zombie
O consenso de nosso especialista zombie foi que
você teria a melhor chance de atrasar
sua inevitável morte se você pudesse pegar uma Bike Cross; e acho que nós
encontramos a máquina perfeita.
A Survival
Bike: Black Ops Editon. Vangloria-se de uma besta, tomahawk,
lâmina de serra e um arpão para parar os zumbis, e também fornece o
armazenamento de combustível muito importante que irá mantê-lo vivo por mais
tempo caso canse de pedalar.
Se isso não for suficiente, há uma pá, equipamentos
de escalada, luzes e uma caixa de ferramentas também, e a suspensão parece ser
boa o suficiente para que você possa evadir por caminhos sinuosos sem perder a
direção.
O preço do passeio de sobrevivência não foi
lançada, mas a Apocalipse Zumbi estará disponível em breve para a alegria dos aflitos. :)
Veja o vídeo do protótipo da Survival Bike Apocalipse Zombie
quinta-feira, 5 de março de 2015
Malucos de Estrada II - Cultura de BR.
Malucos de Estrada II – Cultura de BR*
Os “malucos de estrada” são os protagonistas/atores sociais de uma expressão
cultural brasileira que apresenta características singulares, comportando uma
cosmovisão, práticas, estilos de vida, fazeres e saberes que conferem suas
matizes características.
No entanto, nos últimos quarenta anos sua existência
tem sido folclorizada ou mesmo criminalizada pela sociedade e instituições
públicas devido a sua invisibilidade e a falta de reconhecimento por parte dos
gestores da cultura.
Em “Malucos de Estrada II - Cultura de BR”, desfolclorizamos o “hippie”
brasileiro e promovemos uma primeira abertura sobre alguns dos conceitos que
norteiam a cultura da “malucada”.
Pedras de maluco, mangueios, mocós, o
sentimento de família, os códigos, a maluquês misturada com a lucidez, o sentido
e a direção de uma busca libertária pela expressão genuína do ser interno que
habita em cada um de nós.
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