sábado, 18 de abril de 2015

Survival Bike - Apocalipse Zombie

   Qual de seus companheiros de pedaladas iria durar mais tempo em um apocalipse zumbi .
   O consenso de nosso especialista zombie foi que você teria a melhor chance  de atrasar sua inevitável morte se você pudesse pegar uma Bike Cross; e acho que nós encontramos a máquina perfeita.




A Survival Bike: Black Ops Editon. Vangloria-se de uma besta, tomahawk, lâmina de serra e um arpão para parar os zumbis, e também fornece o armazenamento de combustível muito importante que irá mantê-lo vivo por mais tempo caso canse de pedalar.





Se isso não for suficiente, há uma pá, equipamentos de escalada, luzes e uma caixa de ferramentas também, e a suspensão parece ser boa o suficiente para que você possa evadir por caminhos sinuosos sem perder a direção.





   O preço do passeio de sobrevivência não foi lançada, mas a Apocalipse Zumbi estará disponível em breve para a alegria dos aflitos.  :)

Veja o vídeo do protótipo da Survival Bike Apocalipse Zombie


quinta-feira, 5 de março de 2015

Malucos de Estrada II - Cultura de BR.



  Malucos de Estrada II – Cultura de BR* Os “malucos de estrada” são os protagonistas/atores sociais de uma expressão cultural brasileira que apresenta características singulares, comportando uma cosmovisão, práticas, estilos de vida, fazeres e saberes que conferem suas matizes características.
   No entanto, nos últimos quarenta anos sua existência tem sido folclorizada ou mesmo criminalizada pela sociedade e instituições públicas devido a sua invisibilidade e a falta de reconhecimento por parte dos gestores da cultura. 

   
   Em “Malucos de Estrada II - Cultura de BR”, desfolclorizamos o “hippie” brasileiro e promovemos uma primeira abertura sobre alguns dos conceitos que norteiam a cultura da “malucada”.


   Pedras de maluco, mangueios, mocós, o sentimento de família, os códigos, a maluquês misturada com a lucidez, o sentido e a direção de uma busca libertária pela expressão genuína do ser interno que habita em cada um de nós.


ASSISTA AO DOCUMENTÁRIO:


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Caminho do Ouro - Estrada Real 2014. #DIA1 Serra da Boa Esperança.

7Horas da matina... 20 de julho de 2014; aqui começa a nossa viagem, na cidade de Alfenas/MG.

Saída de Alfenas/MG às 7hs da manhã com muita neblina.
    Este foi o primeiro registro da minha câmera. Depois de nos prepararmos por dias...(saiba dos preparativos no link) pedalando na chuva, à noite, em estradas de terra, e nos acostamentos das BR's dos arredores... a hora de pormos em prática havia chegado.
     Ansiosos, eu (Clérison Esteves) e o brother Felipe Correa saímos à caminho do "Marco Zero" do Caminho do Ouro da Estrada Real, localizado na cidade de Ouro Preto/MG à 370km. Este seria o primeiro desafio que representaria a 4º parte de todo um percurso de 1600km almejados pela nossa vontade de mergulhar no tempo, apreciando obras arquitetônicas preservadas à 3 séculos proporcionado pelos Caminhos Reais.
     Muitas cidades fizeram parte deste roteiro, e, ao contrário do que pensávamos, a viagem não teria um "inicio" em Ouro Preto, mas sim logo nos primeiros quilômetros.

 Parada para um fôlego às margens da da BR 369.
      Tínhamos em mente, chegarmos no primeiro dia na cidade de Campo Belo, onde passaríamos a noite, porém, com toda aquela bagagem ,nos adaptando às condições e sedentos por uma aventura de verdade, decidimos testar nossas habilidades de cicloturista no alto da Serra da Boa Esperança e, por volta das 17hs do 1º dia de pedal, lá estávamos nós, diante do nosso primeiro desafio; a subida da serra.
    Decidimos então preparar o físico e o psicológico, reservei um canto especial do meu alforge para acomodar 2 garrafas de Vinho, um Chileno e um Argentino... presente do  meu grande Tio, juntamente, com uma Feijoada preparada pela minha querida mãe. Eram 15hs e havíamos pedalado 70km até então, 6hs de pedal direto, com 45kg de bagagens onde nada poderia faltar.


Parada em Boa Esperança, no trevo de acesso para Campo Belo.

Foi a vez do Argentino !
       Foi um almoço rápido... e logo estávamos de volta à estrada. Pedalando sentido a Serra da Boa Esperança e somando que, por se tratar de uma serra, logicamente teremos uma subida, já que iríamos até o ponto mais próximo das estrelas, armar nossas barracas e nos preparar para o dia seguinte.
     Da estrada, eu avistava aquela montanha que, de longe, parecia tão pequena e agora de perto é tão imponente. Segundo informações, seriam 8 quilômetros de subida e tínhamos uma preocupação, água potável para bebermos. Já eram 17hs e a noite se aproximava rapidamente. Conseguir água potável então era a nossa meta e logo passamos por uma propriedade às margens da estrada de terra e a conseguimos. 
     O amigo logo perguntou onde iríamos com todos aqueles apetrechos amarrados às bicicletas, esclarecemos nossa empreitada e perguntamos a ele como havia sido as últimas noites na região, se o frio estaria castigando... e ele logo respondeu que a geada se fazia presente nas noites anteriores.


      "Preferíamos o frio que a chuva, 45 quilos de bagagem molhada virariam facilmente 90kg ! "
   Seguimos subindo e logo ali.. depois da curva, nos deparamos com um desvio de água à céu aberto que possibilitou que pudéssemos lavar a tralha do almoço e tomar um rápido banho de gato, só pra tirar a poeira do asfalto. 

    Seguimos subindo, e o cair da noite impossibilitou que fizéssemos mais imagens. A subida foi uma grande aventura, não existe nenhuma placa indicando o cume da serra e tivemos que nos embrenhar em trilhas fechadas e estradas cheias de erosão, o que acabou com o restinho da feijoada que estava no estômago !
    A visibilidade por conta da neblina era de cerca de 20%, e nossas lanternas eram capazes de iluminar bem pouco. Sem escolher muito, chegamos à um local ermo e de vegetação rasteira; exaustos, conseguimos ainda comer algumas bolachas recheadas e posso dizer que quando acordei às 6hs, não havia me dado conta de onde estava... ainda pensando estar em casa :) !
    Só quando abri os olhos que a ficha caiu...

    "O que mais gosto em uma aventura que se acaba no meio do nada, ou de um lugar que aos menos conheço por foto, é de que quando amanhece e a barraca se abre, um novo e desconhecido mundo te espera lá fora !"

 Abaixo, segue o vídeo que ilustra nosso primeiro dia de pedal. 
O que se passou no segundo dia ? Te conto na próxima matéria #DIA2.

sábado, 19 de julho de 2014

Cicloexpedição Estrada Real – Caminho Velho 2014

  Um projeto que tinha em paralelo... assim começou o amadurecimento da ideia de percorrer os 710 quilômetros do Caminho Velho “Estrada Real”, que tem como  ponto de partida a cidade de Ouro Preto/MG e estende-se até a cidade de Paraty/RJ. 


   Vamos retirar nosso passaportes na cidade de Ouro preto  e à partir daí iniciarmos nosso Caminho Real, herança da Coroa Portuguesa.
 

       Eu, ClérisonEsteves e meu amigo Felipe Corrêa iremos partir às 07h00min do dia 20/07/2014 da cidade de Alfenas/MG, onde residimos,  com a missão inicial de chegarmos até a cidade de Ouro Preto/MG (398KM) .


   Usaremos equipamentos como GPS e a planilha do Instituto Estrada Real.

  
  Registraremos a viagem para a produção de um documentário onde serão registrados as características arquitetônicas e culturais do caminho que foi responsável pela maior escoação de ouro pela coroa portuguesa à mais de 3 séculos, mesclando as culturas Indígena, Africana e Europeia.






















1° dia - Campo Belo 127 km


2° dia - Desterro de Entre rios de Minas 139 km

3° dia – Ouro Preto 131 km

 



  Passaremos por cidades como Congonhas, Prados, Carrancas, São Thomé das Letras.

   





  Seguiremos pelo Caminho Velho, até o litoral carioca (Paraty/RJ) e faremos um tour pelas praias de Trinde/RJ e Poruba/SP.




















4° dia - Descanso em Ouro Preto/MG

5°dia – Santo do Leite/MG

6° dia – Casa Grande/MG

7° dia – Tiradentes/MG

8° dia – Carrancas/MG

9° dia – São Thomé das Letras/MG

10° dia – São Lourenço/MG

11° dia – Passa Quatro/MG

12° dia – Guaratinguetá/SP

13° dia – Cunha/SP

14° dia – Pouso na Serra do Mar/RJ

15° dia – Pouso em Paraty

16° / 17° dias – Trindade /RJ

20° / 21° dias – Praia de Poruba /SP

22° Volta - Serra do Mar/RJ

23° dia – Pico Agudo / SP

24° dia – Pouso Alegre/MG

25° dia – ALFENAS/MG





   Seguiremos então de volta à nossa cidade natal, passando pela Basílica de Aparecida do Norte, Vale do Paraíba e enfim de volta ao Sul das Gerais (Alfenas/MG).



KM TOTAL = 1600KM (Previsão)

Média Diária = 80KM (Após o 3°dia “Estrada Real”)





terça-feira, 27 de maio de 2014

café COM bike

     A cafeína vem sendo consumida com grande frequência antes da prática esportiva, com o objetivo de protelar a fadiga e consequentemente aprimorar o desempenho físico. Embora ela não apresente valor nutritivo, a cafeína é considerada um ergogênico nutricional por estar presente em vários produtos alimentícios comercializados e consumidos atualmente.



    Os efeitos da cafeína podem variar de pessoa pra pessoa, oscilando de acordo com o peso e a regularidade que é consumida. Sua ação no organismo atinge o pico cerca de 15 a 120 minutos após a ingestão, podendo causar tolerância, ou seja, progressivamente maiores doses de cafeína deverão ser ingeridas para que se possa atingir o mesmo efeito.
   O efeito ergogênico da cafeína tem sido demostrado com doses entre 100 – 420mg, ou seja, duas xícaras de café, já são capazes de promover uma ação no metabolismo das gorduras, mobilizando o tecido adiposo dentro da célula e poupando a glicose circulante, assim utiliza a gordura armazenada como fonte de energia.    Os estudos ainda apontam que a cafeína pode agir diretamente no músculo esquelético, potencializando sua capacidade de realizar exercícios de alta intensidade e curta duração, aumentando a permeabilidade do cálcio para a contração muscular.



    Estudos mais recentes demostram também um aumento da força muscular, já que retarda a fadiga muscular, possibilitando um maior grau de carga e repetições de execução do exercício após a ingesta de cafeína. Acredita-se que esse fator há relação direta com o sistema nervoso central por aumentar a ação e liberação da noradrenalina e da adrenalina.
  


   A dosagem indicada de cafeína para obter o efeito ergogênico no execício físico varia de pessoa para pessoa, podendo ser ingerida através de alimentos que contenham cafeína ou ainda suplementadas em cápsulas, o que facilita a sua administração, pois dependendo da dose a ser ingerida se torna intolerável  um consumo muito alto de alimentos com cafeína. Abaixo está especificado a quantidade de cafeína presente nos principais alimentos fontes dessa substância:

Quantidade de cafeína presente nas principais fontes:
1 xícara (150 ml) de café infusão—————————–103 mg
1 xícara (120ml) de café expresso—————————120 mg
2g de pó café instantâneo————————————–60 mg
2g de café descafeinado—————————————-3 mg
1 xícara de chá infusão 1 min.———————————9- 33 mg
1 xícara de chá infusão 3-5 min.——————————20- 50 mg
1 xícara (180 ml) de chá verde——————————–30 mg
1 lata (350 ml) de pepsi—————————————–38 mg
1 lata (350 ml) de coca-cola———————————–33 mg
1 lata (350 ml) de coca-cola light—————————–45 mg
1 lata de Red Bull Energy Drink——————————-80 mg
1 barra (30g) de chocolate ao leite—————————1-15 mg
1 barra (30g) de chocolate meio amargo——————–5-35 mg
1 copo de Ice Tea————————————————32 mg



   Vale ressaltar que a  cafeína se administrada em excesso pode causar desconforto no usuário, contribuindo para o aparecimento de efeitos colaterais, como tremores, nervosismo, agitação, ansiedade, insônia, desidratação, colocando em risco sua integridade física e de saúde.
   Assim sendo, a cafeína desde que administradas em doses corretas, poderá promover uma melhor eficiência no metabolismo energético e muscular durante a prática esportiva, aumentando a lipólise (quebra de gordura, poupando glicogênio muscular e retardando a fadiga), contribuindo para otimizar a performance, sendo uma substância eficaz para uso como ergogênico nutricional, ressaltando que seu uso se mal administrado poderá causar dependência e sintomas como dores de cabeça, irritabilidade e cansaço, que poderão ser desencadeados pela interrupção do uso da cafeína.



   Portanto, procure um nutricionista para avaliar a dose certa de acordo com o seu biotipo e objetivo, lembrando que indivíduos com determinadas patologias, como a hipertensão, o uso é contra indicado.