quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

As bicicletas pelo mundo.

Kabul, Afghanistan
 A bicicleta é um transporte usado em todo o mundo. 
Muito diferente do Brasil, a bicicleta em muitos países é usada como principal meio de transporte pela maioria da população, geralmente em países de baixo nível de desenvolvimento.
Mais este quadro pode mudar, enquanto as cidades que se julgam de "1° mundo" sofrem com o alto índice de poluição e congestionamento, as menos desenvolvidas desfrutam da boa qualidade do ar e da longevidade em suas vidas. 

Kabul, Afghanistan

Afghanistan

Dhaka, Bangladesh

Cambodia

Angkor Thom, Angkor, Cambodia

Angkor Wat, Cambodia

Longmen Caves, Henan Province, Louyang, China

Shanghai, China


Tahiti, French Polynesia

China

France

India

India

West Bengal, India

Beqaa Valley, Lebanon

Kesennuma, Japan

Oldest West African mud mosque, Djenne, Mali

Turkey

Morocco

domingo, 6 de janeiro de 2013

Cicloturismo no Parque Nacional da Serra da Canastra (São Roque de Minas) CAMPING DA PICARETA.

 Sonho de muitos cicloturistas, pedalar no alto da Serra da Canastra também era o nosso.
Difícil seria ter tempo para chegar lá pedalando, já que a cidade onde moramos fica à 230km de distância da portaria do Parque Nacional da Serra da Canastra e o tempo não nos sobra muito.
Precisávamos então, arrumar um local para nos alojarmos o mais próximo da natureza e do parque. Fomos então direto pro Camping da Picareta, lugar onde tivemos o prazer de estar nos últimos dias de 2012.
Localizado à 4km da portaria do parque, fomos muito bem recebidos por "Zé" (Filho do famoso Sr.Chico, proprietário e que não tivemos a oportunidade de conhecê-lo desta vez), fomos recebidos à moda mineira, "queijo da Canastra e um cafezinho no pé da serra".
O lugar é muito bem estruturado com banheiros e lavatórios, além de muitas árvores por todo o camping que nos possibilitou armarmos nossa tenda, que seria nossa casa por 4 dias e 4 noites debaixo de sol e chuva.



Agora alojados, era só acertar os últimos detalhes da nossa pedalada que seria no  dia seguinte (30/12/2012). Sairíamos dos 830m de altitude para 1412m em apenas 4.000m de estrada.

Perfil de elevação saindo do Camping da Picareta até o alto da cachoeira Casca D'anta.

Seria uma subida daquelas, resolvemos então subir até a portaria para tirarmos algumas informações naquela mesma tarde, que antecedia o nosso pedal.
Logo na saída do Camping da Picareta uma surpresa..., a emenda da corrente da minha magrela se partiu, que hora hein!? Fui obrigado à eliminá-la.


O tempo estava um pouco carregado naquela tarde. Neste momento nos perguntamos se São Pedro daria um trégua, já que a previsão "Clima Tempo" acusou chuvas torrenciais durante os últimos e primeiros dias do ano.

A paisagem exuberante fez com que nem percebêssemos a subida ingrime que estávamos enfrentando.





Subimos então até a portaria. O parque abre às 8hs da manhã e só possibilita  a entrada até as 16hs. O valor da entrada é de R$6,50 por pessoa e água só das nascentes dos rios e riachos.
Informações captadas, hora de descer antes que a chuva caia.
Descer foi bem rápido, ainda mais porque a chuva nos apressou. Gastamos 40 minutos na subida, e descemos em apenas 11 minutos.

Ia ser o primeiro teste de nossas habilidades como armadores de barracas, pois, pela trovoada, a chuva chegaria bem forte . Observamos logo na chegada, muitas roupas e colchões dependurados pelos arames de cerca em volta do Camping,  resultado da chuva da noite anterior que aconteceu quando ainda não estávamos lá.
Tivemos um pouco de trabalho..rsrs, nossa sorte é que o colchão de ar nos deixa acima do nível do chão e evita de molhar muita coisa, um bom item pra quem pretende acampar em dias de chuva.
Logo a natureza da Serra da Canastra mostrou sua força com toda aquela água entre raios e trovões. Como já vimos e ouvimos muitas histórias de raios caírem em barracas... resolvemos correr pro carro.




Logo a chuva se acalmou e, toda aquele trabalhos para não deixar molhar nada deu uma certa fome... hora de providenciar algo para comer.
Depois de comermos, um vinhosinho seco com queijo canastra (uma iguaria local que não pode faltar no cardápio)
Dormimos cedo, pois tínhamos o intuito de começarmos nosso dia às 6:30 da matina.


4 quilômetros até a portaria do parque, agora faltam 28km até o nosso destino final, o cume da cachoeira Casca D'anta, com 300m de altura. Só que para isso teremos de enfrentar uma estrada repleta de pedras soltas, erosões e o mais complicado... quase nenhuma sombra!
Portaria do parque nacional da Serra da Canastra (São roque de minas/MG).

Seguimos então parque adentro, sempre observando o visual impar do serrado.
Nossa próxima parada seria o Curral de pedra e já estávamos preocupados com as nossas garrafas d'água que já estavam pela metade.

Curral de Pedras, um curral feito amontoando-se manualmente pedra sobre pedra, que era utilizado para conter o gado durante a pernoite dos tropeiros
Demos um bom tempo no curral de pedra, pois encontramos algumas sombras de árvores altas, coisa difícil de se encontrar pelo caminho. Talvez seja este o motivo dos tropeiros terem escolhidos este lugar para construir o curral e também repousarem.
Próxima parada.... nascente do Rio São Francisco.

Imagem de São Francisco localizada na
nascente do rio.



   Enfim uma aguinha pra refrescar. Chegamos sedentos por água fresca, ainda mais sendo na nascente do Rio São Francisco. Uma trilha de pedras calçadas leva até o córrego da nascente. tinha bastante turistas no local, sem querer sempre agente atrapalhava uma foto.... na pressa que estávamos, pois faltavam então 19km até o destino final (Casca D'anta), isso sem contar a volta.

Enchemos os cantis, tiramos algumas fotos, jogamos uma aguinha no rosto e saímos pedalando.

Nascente do Rio São Francisco. (Serra da Canastra).

Para todo lado que se olha se vê um longe horizonte, dando a impressão de estar muito distante de qualquer civilização.

Estradão da Canastra.
Ouvimos barulhos que não soubemos identificar bem, a princípio pensei que pudesse ser pelo fato de que o alto da serra é cortado por megatorres de energia (alta tenção), resultando em tais barulhos... mas me lembro bem de ter ouvido inúmeras vezes e bem longe dos cabos de alta tenção... fico aquí alimentando minha imaginação! Caso alguém tenha a resposta para este fato nos por favor nos esclareça, ficamos bem intrigados..rsrs, deixe seu comentário.
Chegamos então em nosso destino final, o alto da Cachoeira Casca D'anta. O sol estava bem quente e já se ouvia algumas trovoadas vindas da direção de São João Batista do Glória, outra cidadezinha pitoresca dos arredores da Serrada Canastra.


Com seus 300m de altura, é possível termos uma vista panorâmica da parte baixa da cachoeira Casca D'anta...
Pena que não tínhamos muito tempo, o próximo desafio seria a volta, mas antes precisavamos nos alimentar, pois o meu estômago já estava nas costas...rsrs
Mais nada que um Cupnudles não resolvesse, já que dentro do parque não possui nem um tipo de comércio.
Como disse, fomos apressados pelos trovoes que longe soavam. Andei tirando algumas informações e chegamos na conclusão que não seria muito bom participar de uma tempestade no alto da serra, já que a incidência de raios e trovões quando chuvas acontecem nesta região são medonhas. 
Enchemos nossas caramanholas no córrego mais próximo e pernas-pra-que-te-quero.
Chegamos na portaria por volta das 16:40hs, e descemos direto pro Camping aprontar algo para comermos. pois a fome a o cansaço já tinha batido. Fizemos o percurso de 68km em 5 horas e 45 minutos (running).


No dia seguinte fizemos uma caminhada ecológica aos arredores do Camping da Picareta e aproveitamos para nos refrescar nos poços e quedas de água cristalina. 

Porque Camping da Picareta?

Foram bons momentos que serão lembrados no decorrer deste ano, pois nada melhor do que terminar um ano e começar o outro com o pé na terra e a cabeça na lua!!
tenham todos um 2013 repleto de pedaladas e aventuras!


GOOD PEDAL'S!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

4º passeio Ciclístico pela Rota Márcia Prado.





Prepare a sua bike e tome fôlego, porque no dia nove de dezembro, próximo domingo, será realizado o terceiro Passeio Cicloturístico pela Rota Márcia Prado. O trajeto de 80 quilômetros liga a cidade de São Paulo a Santos, passando por belas paisagens durante a descida da serra.

O passeio reúne ciclistas disposta a percorrerem a rota da última viagem feita pela ciclista Márcia Prado, que morreu atropelada por um ônibus, enquanto pedalava na Avenida Paulista. A página do evento no Facebook já conta com mais de 3.500 ciclistas confirmados e outros 1.500 que talvez farão a viagem.

A viagem tem início da região sul da capital e passa por São Bernardo do Campo, pelo Parque da Serra do Mar, Cubatão e enfim chega a Santos. Durante todo o trajeto os ciclistas contarão com uma estrutura criada pelo Instituto CicloBR, que conta com postos de abastecimento de água, apoio da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e também com o apoio dos Bike Anjos, que auxiliarão os ciclistas novatos.

O ideal é que, principalmente os iniciantes, viagem junto com a massa. Para tanto, poderão se encontrar no domingo (9), às 7h na ciclovia da Marginal Pinheiros (estação Vila Olímpia), ou às 8h na estação Grajaú. Aos que optarem por iniciar o percurso na ciclovia são acrescentados mais 20 quilômetros no trajeto total.

O passeio é caracterizado com nível médio de dificuldade. Uma forma de saber se o ciclista está apto a essa viagem, é verificar seu desempenho ao pedalar pela cidade. O Instituto CicloBR indica a rota às pessoas que conseguem pedalar 40 quilômetros em um intervalo de três horas, além de não terem problemas físicos.

No entanto, para fazer a viagem não basta ter resistência, é necessário estar com os equipamentos e, principalmente, a bike em dia com a revisão. Os freios são essenciais durante o percurso, por isso devem ser testados antes do passeio. Também é importante lembrar-se que alimentação e hidratação são imprescindíveis para aguentar bem toda a viagem.

Para outras informações acesse o site do CicloBr.

domingo, 4 de novembro de 2012

AT&T entra no mercado de Bicicletas Públicas gratuitas através de sistemas Smart Phone




Muitas cidades brasileiras  estão implantando seus sistemas de Bicicletas Públicas no qual é necessário pagar para ulitização do serviço. Uma Start Up norte americana desenvolveu um sistema de bicicletas públicas gratuitas conhecida por Social Bike ou "SOBI", apoiada agora por um parceiro de peso.  A Start Up eliminou os "pontos de ancoragem" comuns em sistemas de bicicletas, reduzindo em 4 ou 5 vezes  o  custo de implantação e operação do projeto. O sistema consiste numa trava automática que é acessada via telefone celular e pode ser travada em qualquer paraciclo existente na cidade, o usuário encontra uma bicicleta através do sistema GPS via smart phone, o projeto é controlado  por zonas e o monitoramento é feito por GPS, caso a bicicleta saia de uma determinada  raio, um sinal é enviado para o usuário. O aluguel da bicicleta é gratuito para o usuário pois o custo de manutenção e operação  é pago através da Publicidade. Inteligência da Informação a serviço da Mobilidade Urbana mais sustentável.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Produza sua própria energia pedalando!




    Os ciclistas já estão fazendo a sua parte para ajudar o meio ambiente, diminuindo a emissão de poluentes. Mas agora os ciclistas podem fazer um pouco mais, usando Kit da Nokia Carregador para bicicletas que permite aos ciclistas carregarem seus telefones celulares usando a força do pedal. O kit utiliza um dínamo “gerador” que é impulsionado quando em contato com a roda da frente como os encontrados nos faróis de bicicleta mais antigos.

   O tempo de carregamento, obviamente, varia de acordo com o telefone e a velocidade do ciclista, mas a Nokia diz que pedalando por 20 minutos a 20 km/h gera a força necessária para Nokia 1202 funcionar cerca de uma hora de (tempo de conversação), ou 74 horas de tempo de espera. O carregamento começa quando o ciclista atinge velocidade de caminhada, ou seja, cerca de 6 km / h, e em 12 km / h irá carregar o seu telefone móvel de forma tão eficiente como um carregador convencional.
  
 O kit é composto de três componentes: um gerador dínamo, carregador, e um suporte de telefone. O dínamo gerador se encaixa para frente da bicicleta com um suporte de montagem, enquanto o carregador e suporte do telefone são anexados ao guidão para que você possa ver o progresso de carregamento e realizar uma conversa mãos livres ou ouvir música sem fone, usando alto-falantes do telefone.



   O suporte do telefone é emborrachado para proteger o seu telefone de vibrações e vem com uma capa transparente para proteger o seu telefone de sujeira e do tempo. O carregador também possui um revestimento emborrachado sobre o cabo eletrônico. Tanto o carregador e o suporte podem ser facilmente removidos sempre que você estacionar sua bicicleta para evitar o roubo da unidade.

   Kit da Nokia Carregador de bicicleta é compatível com qualquer celular Nokia com uma interface de carregamento de 2 mm e é fácil de instalar.





  A ideia de usar o poder do pedal para carregar dispositivos móveis não é nova. Há outros carregadores como o PedalPower + vimos no ano passado que cobram não apenas celulares, mas também as unidades de GPS e MP3 players. 


   Mas com a Nokia ainda mantém o primeiro lugar em termos de vendas de celulares e não há dúvida de ser um ótimo produto inserido no mercado sendo uma boa opção de carregamento para aparelhos Nokia.